
Escola de Pais do Brasil lança Manifesto “Por uma Convivência Humana e Ética em Tempos de Inteligência Artificial” A Escola de Pais do Brasil apresenta o Manifesto “Por uma Convivência…
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Escola de Pais do Brasil lança Manifesto “Por uma Convivência Humana e Ética em Tempos de Inteligência Artificial” A Escola de Pais do Brasil apresenta o Manifesto “Por uma Convivência…
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OS DIRETORES pedagógicos da seccionais a Escola de Pais do Brasil (EPB), juntamente com a Diretoria Pedagógica, Diretoria de Apoio às Seccionais e Conselho de Educadores, organizaram uma série de orientações para fortalecer os fatores de proteção à adolescência.
Comprometida com a missão de orientar e fortalecer as famílias brasileiras, a EPB sentiu a necessidade de assistir à série ADOLESCÊNCIA da Netflix, refletir cuidadosamente cada episódio, ouvir o ponto de vista de especialistas e construir o ponto de vista da Escola de Pais do Brasil, baseada em 62 anos de história e experiência com famílias.
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OS DIRETORES pedagógicos da seccionais a Escola de Pais do Brasil (EPB), juntamente com a Diretoria Pedagógica, Diretoria de Apoio às Seccionais e Conselho de Educadores, organizaram uma série de orientações para fortalecer os fatores de proteção à adolescência.
Comprometida com a missão de orientar e fortalecer as famílias brasileiras, a EPB sentiu a necessidade de assistir à série ADOLESCÊNCIA da Netflix, refletir cuidadosamente cada episódio, ouvir o ponto de vista de especialistas e construir o ponto de vista da Escola de Pais do Brasil, baseada em 62 anos de história e experiência com famílias.
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Somos a “Geração do Cansaço”, pais e educadores. A última a crescer sem telas e a primeira a educar crianças e adolescentes em um mundo completamente digital, uma “Geração Ansiosa”. Não fomos preparados para isso e seguimos tentando, entre as mil demandas da rotina e a esperança e fé de que conversar seja suficiente. Crianças não estão crescendo apenas entre os pais e educadores, mas entre algoritmos. E ignorar isso não protege. As telas não esperam. Os algoritmos e o avanço da tecnologia em busca de atenção constante não descansam. Em vez de respostas prontas, precisamos de lugares onde possamos pensar jun-tos, com dados, escuta e tempo.
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Somos a “Geração do Cansaço”, pais e educadores. A última a crescer sem telas e a primeira a educar crianças e adolescentes em um mundo completamente digital, uma “Geração Ansiosa”. Não fomos preparados para isso e seguimos tentando, entre as mil demandas da rotina e a esperança e fé de que conversar seja suficiente. Crianças não estão crescendo apenas entre os pais e educadores, mas entre algoritmos. E ignorar isso não protege. As telas não esperam. Os algoritmos e o avanço da tecnologia em busca de atenção constante não descansam. Em vez de respostas prontas, precisamos de lugares onde possamos pensar jun-tos, com dados, escuta e tempo.
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Reconecte-se às habilidades socioemocionais Na era digital, estamos conectados às telas e cada vez mais distantes uns dos outros. Como resgatar a atenção plena, fortalecer os laços familiares e cultivar…
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Reconecte-se às habilidades socioemocionais Na era digital, estamos conectados às telas e cada vez mais distantes uns dos outros. Como resgatar a atenção plena, fortalecer os laços familiares e cultivar…
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Comunicação não violenta nas redes sociais A desconexão produzida com a forma que estamos nos relacionando nas redes sociais reverbera nas famílias. A intolerância pelo modo de pensar do outro,…
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Comunicação não violenta nas redes sociais A desconexão produzida com a forma que estamos nos relacionando nas redes sociais reverbera nas famílias. A intolerância pelo modo de pensar do outro,…
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Há um complexo internético onipresente no interior de quase todas as esferas de nossas atividades pessoais, profissionais e outras mais. A era digital precisa de uma cultura híbrida onde antigos e novos modos e estilos de vida e de subsistência cooperem.
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Há um complexo internético onipresente no interior de quase todas as esferas de nossas atividades pessoais, profissionais e outras mais. A era digital precisa de uma cultura híbrida onde antigos e novos modos e estilos de vida e de subsistência cooperem.
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Apresento uma metodologia nova, mas precisa acontecer em casa também.
Com alegria e satisfação apresento pontos relevantes sobre o “Brincar e aprender…”, ações fundamentais no desenvolvimento físico, emocional das crianças e também no seu envolvimento social, familiar; tão esquecidas hoje.
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Apresento uma metodologia nova, mas precisa acontecer em casa também.
Com alegria e satisfação apresento pontos relevantes sobre o “Brincar e aprender…”, ações fundamentais no desenvolvimento físico, emocional das crianças e também no seu envolvimento social, familiar; tão esquecidas hoje.
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A American Academy of Pediatrics (AAP), uma das principais referências mundiais em saúde infantil, publicou em janeiro de 2026 o relatório técnico “Digital ecosystems, children, and adolescentes”. O documento representa uma mudança importante na forma de compreender o impacto das tecnologias digitais na infância e adolescência.
Em vez de focar apenas no chamado “tempo de tela”, a AAP propõe um olhar mais amplo…
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A American Academy of Pediatrics (AAP), uma das principais referências mundiais em saúde infantil, publicou em janeiro de 2026 o relatório técnico “Digital ecosystems, children, and adolescentes”. O documento representa uma mudança importante na forma de compreender o impacto das tecnologias digitais na infância e adolescência.
Em vez de focar apenas no chamado “tempo de tela”, a AAP propõe um olhar mais amplo…
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A saúde mental é frequentemente mencionada, mas nem sempre compreendida em sua profundidade.
Mais do que ausência de doenças, ela representa a capacidade de viver, sentir, pensar e se relacionar de forma equilibrada, mesmo diante das inevitáveis dificuldades da vida. É reconhecer limites, pedir ajuda quando necessário, construir sentido para a própria história e contribuir de maneira produtiva para a comunidade. Trata-se de um processo contínuo, que envolve aprender a sofrer apenas o necessário – nem mais, nem menos.
Por Márcia Alencar
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A saúde mental é frequentemente mencionada, mas nem sempre compreendida em sua profundidade.
Mais do que ausência de doenças, ela representa a capacidade de viver, sentir, pensar e se relacionar de forma equilibrada, mesmo diante das inevitáveis dificuldades da vida. É reconhecer limites, pedir ajuda quando necessário, construir sentido para a própria história e contribuir de maneira produtiva para a comunidade. Trata-se de um processo contínuo, que envolve aprender a sofrer apenas o necessário – nem mais, nem menos.
Por Márcia Alencar
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Relacionamentos positivos na família e na escola
Por Lídia Weber e Josafá da Cunha – Professores da UFPR
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Relacionamentos positivos na família e na escola
Por Lídia Weber e Josafá da Cunha – Professores da UFPR
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“FOI O TEMPO QUE DEDICASTE
À TUA ROSA QUE A FEZ TÃO IMPORTANTE.”
Antoine de Saint-Exupéry
Vivemos um tempo em que o trabalho ocupa um lugar central na vida das pessoas. Ele organiza horários, atravessa afetos, define ritmos e molda identidades. Trabalhar é, para muitos, sinônimo de dignidade, pertencimento e cuidado com a família. Nesse mesmo movimento, instala-se uma contradição silenciosa: aquilo que fazemos em nome da família pode, sem percebermos, começar a nos afastar dela.
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“FOI O TEMPO QUE DEDICASTE
À TUA ROSA QUE A FEZ TÃO IMPORTANTE.”
Antoine de Saint-Exupéry
Vivemos um tempo em que o trabalho ocupa um lugar central na vida das pessoas. Ele organiza horários, atravessa afetos, define ritmos e molda identidades. Trabalhar é, para muitos, sinônimo de dignidade, pertencimento e cuidado com a família. Nesse mesmo movimento, instala-se uma contradição silenciosa: aquilo que fazemos em nome da família pode, sem percebermos, começar a nos afastar dela.
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